Ela voltou…

universo paralelo...
E se ela soubesse o quanto seria extenso e árduo aquele percurso,

simplesmente ela sairia correndo, indo de encontro ao vento, perdida e sem direção…

Não saberia em que galaxia se encontrava ou em qual movimento se apairava…

Dessa vez, olhou para o breu e viu que tudo era diferente;

estranho…de formas variadas,

sem medo tocou aquele que achava mais relusente…

de forma clara e mágica tudo se transformou…

Ela acreditava que eram formas de sentimentos que espalhavam-se por todo espaço,

certa estava;

Percebeu que tudo tem sua diferença,

tudo e todos tem formas de expressões diferenciadas…

Daí surgio ao seu pensamento que aquela diversidade de brilho no espaço,

eram singelamente formas de sentimentos,

e que os mesmos sempre estavam ali,

só precisaria serem avistados com outros olhos…

Talvez uma profundidade de sensibilidade do ser humano.

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