Quando me amei de verdade, desisti de ficar revivendo o passado e de me preocupar com o futuro…
Agora me mantenho no presente que é onde a vida acontece…
Hoje vivo um dia de cada vez…
(…)
Quando me amei de verdade, desisti de ficar revivendo o passado e de me preocupar com o futuro…
Agora me mantenho no presente que é onde a vida acontece…
Hoje vivo um dia de cada vez…
(…)

E quem disse que somos imortáis?
E quem prometeu que não sofreríamos?
E quem gritou que seríamos privilégiados sempre?
…
E quem, por mais, que nos amassemos afirmou que um dia não nos deixaríamos?
E que teria a certeza de tudo?
Se não a incerteza de todos?
E aquele que um dia disse “nunca”…sempre precisou voltar atrás.
E tem aquele que acreditava que o dia dele, “nunca”, iria chegar; mas chegou…
…
Muitas vezes, eu diria, na maioria das vezes nos deixam uma saudade enorme, que inunda todo nosso ser, outras, nos fazem refletir e guardar todo aquele sentimento como uma forma de, talvez uma defesa ou talvez eu no momento não tenha a palavra ou até mesmo a frase certa para ser colocada nessa linha…
È que inúmeras vezes, sou tomada de sentimentos e são tantas as coisas que desejo escrever, que muitas fogem de minha mente.
Hoje acredito que a nossa única certeza de vida é a morte, e vela chega quando menos se espera…vem como um ladrão, que chega para roubar sua casa, assim é a morte, vem como um ladrão, para roubar a sua vida.
As pessoas nascem e quando menos se espera, morre;
talvez um dia alguém descubra o mistério de que é “o morrer”…
pois acredito que “o morrer” não faz sentido com a vida…
pois nascemos, crescemos de todas as formas, tanto física, mental, e/ou profissional, e derepente tudo se vai…
então tudo que construímos durante nossa vida, nossa caminhada, não tem valor, nem retorno…
já que é dessa forma, talvez para aquele ou para aquilo que nos faz chegar “o morrer”…tudo que fizemos durante nossa jornada de vida não tem valor…
A vida é muito mais do que imaginamos…
Muito mais do que nos importamos…
Simplificadamente vida é vida…
È o ar, o sol, a lua, é você, sou eu…
Vida é tudo…
“Então aproveitemos a vida enquanto temos flêgo da mesma, pois não sabemos e não temos idéia do dia de amanhã, assim deixemos todos que amamos com palavras de afeto, e procuremos sempre ajudar o próximo e cuidar para que sejamos bons de coração”.
. Larissa Amorim .

“é que existe por vezes, momentos em nossa vida, que deixamos tudo em branco por medo ou desmotivação de seguir ou agir…
hoje tenho os meus poemas em branco…por desmotivação…por tristeza de voltar a escrever, pois me falta aquela inspiração, que um dia deu asas a minha imaginação, e que um dia fez-me acreditar que eu pudesse voar”…

A vida nem sempre é fácil…
sinto-me solitária por vezes, já não tenho aquelas inúmeras faces que sorriam para mim no passado;
já não tenho mais aquelas vozes que diziam-me sempre palavras de apoio,
já não existe mais aquelas gargalhadas sobrecarregas de alegrias naturais e contagiantes;
já está um pouco distante aquela pessoa que me faz tão bem e presente em mim e em minha vida;
hoje só existe “eu”, aqui, solitária, mais com esperanças de unir tudo isso novamente, pois nada é impossível…

Chega um dia de falta de assunto. Ou, mais propriamente, de falta de apetite para os milhares de assuntos.
Escrever é triste. Impede a conjugação de tantos outros verbos. Os dedos sobre o teclado, as letras se reunindo com maior ou menor velocidade, mas com igual indiferença pelo que vão dizendo, enquanto lá fora a vida estoura não só em bombas como também em dádivas de toda natureza, inclusive a simples claridade da hora, vedada a você, que está de olho na maquininha. O mundo deixa de ser realidade quente para se reduzir a marginália, purê de palavras, reflexos no espelo (infiel) do dicionário.
O que você perde em viver, escrevinhando sobre a vida. Não apenas o sol, mas tudo que ele ilumina. Tudo que se faz sem você, porque com você não é posspivel contar. Você esperando que os outros vivam para depois comentá-los com a maior cara-de-pau (“com isenção de largo espectro”, como diria a bula, se seus escritos fossem produtos medicinais). Selecionando os retalhos de vida dos outros, para objeto de sua divagação descompromissada. Sereno. Superior. Divino. Sim, como se fosse deus, rei proprietário do universo, que escolhe para o seu jantar de notícias um terremoto, uma revolução, um adultério grego – à vezes nem isso, porque no painel imenso você escolhe só um besouro em campanha para verrumar a madeira. Sim, senhor, que importância a sua: sentado aí, camisa berta, sandálias, ar condicionado, cafezinho, dando sua opinião sobre a angústia, a revolta, o ridículo, a maluquice dos homens. Esquecido de que é um deles.
Ah, você participa com palavras? Sua escrita – por hipótese – transforma a cara das coisas, há capítulos da História devidos à sua maneira de ajuntar substantivos, adjetivos, verbos? Mas foram os outros, crédulos, sugestionáveis, que fizeram o acontecimento. Isso de escrever O Capital é uma coisa, derrubar as estruturas, na raça, é outra. E nem sequer você escreveu O Capital. Não é todos os dias que se mete uma idéia na cabeça do próximo, por via gramatical. E a regra situa no mesmo saco escrever e abster-se. Vazio, antes e depois da operação.
Claro, você aprovou as valentes ações dos outros, sem se dar ao incômodo de pratocá-las. Desaprovou as ações nefandas, e dispensou-se de corrigir-lhe os efeitos. Assim é fácil manter a consciência limpa. Eu queria ver sua consciência faiscando de limpeza é na ação, que costuma sujar os dedos e mais alguma coisa. Ao passo que, em sua protegida pessoa, eles apenas se tisnam quando é hora de mudar a fita no carretel.
E então vem o tédio. De Senhor dos Assuntos, passar a espectador enfastiado de espetáculo. Tantos fatos simultâneos e entrechocantes, o absurdo promovido a regra de jogo, excesso de vibração, dificuldade em abranger a cena com o simples par de olhos e uma fatigada atenção. Tudo se repete na linha do imprevisto, pois ao imprevisto sucede outro, num mecanismo de monotonia… explosiva. Na hora ingrata de escrever, como optar entre as variedades de insólito? E que dizer, que não seja invalidado pelo acontecimento de logo mais, ou de agora mesmo? Que sentir ou ruminar, se não nos concedem tempo para isso entre dois acontecimentos que desabam como meteoritos sobre a mesa? Nem sequer você pode lamentar-se pela incomodidade profissional. Não é redator de boletim político, não é comentarista internacional, colunista especializado, não precisa esgotar os temas, ver mais longe do que o comum, manter-se afiado como a boa peixeira pernambucana. Você é o marginal ameno, sem responsabilidade na instrução ou orientação do público, não há razão para aborrecer-se com os fatos e a leve obrigação de confeitá-los ou temperá-los à sua maneira. Que é isso, rapaz. Entretanto, aí está você, casmurro e indisposto para a tarefa de encher o papel de sinaizinhos pretos. Concluiu que não há assunto, quer dizer: que não há para você, porque ao assunto deve corresponder certo número de sinaizinhos, e você não sabe ir além disso, não corta de verdade a barriga da vida, não revolve os intestinos da vida, fica em sua cadeira, assuntando, assuntando…
Então hoje não tem crônica.
(Carlos Drummond Andrade)

Minha caminhada só está no começo…
…Só e triste sigo sozinha,´
Sonho sempre em te reencontrar
Sonho sempre com o teu amor…
Que me dá força para continuar…
Tudo se completa…

No silêncio da tarde de solidão ela escutava vozes…
Ela escutava sons estranhos…
Ela não sabia de onde vinha…
Não sabia pra onde iriam…
Sentou-se ao chão…
E lá ficou…
Jogada em pedaços ela se findou…
Coração machucado; acanhado…
Sente dor…
Ela escutava vozes…Ela escutava sons…
Nem sabia de onde vinham nem pra onde iriam…
Lágrimas correntes molham seu vestido…
Caem-se de forma lenta e crua…
Solidão consomi sua tarde…
Ela escutava vozes…ela escutava sons…
Ás vezes…muitas e muitas vezes…nos deparamos com situaçãoes em nossa vida que nos deixam sem palavras para expliá-las.
Talvez tudo que acontece conosco não tenha mesmo explicações…ou talvez o nosso destino já esteja trassado…e não podemos mudá-lo, nem pará-lo.
Talvez Deus exista de uma forma espetacularmente mágica… Ou o que exista mesmo são forças boas; forças positivas…Quem sabe? Talvez daquela maneira que aconteceu…fosse a certa; ou a melhor para não te prejudicar nem te abater…
Talvez eu não esqueça disso nunca…o que realmente é certo acontecer com pessoas que tem sentimentos…
Talvez tenha acontecido para nós nos tornamos pessoas melhores…
Talvez não tenha perdão o que eu fiz sem saber o que estava realmente fazendo…
Talvez tenha…mas nada é politicamente certo e cheio de razões nesse mundo…
Talvez esse sentimento de culpa que me entristece a alma, um dia possa bater asas e me deixar em paz..
Talvez me deixe em paz…mas nada é politicamente correto e cheio de razões nesse mundo…
Talvez a palavra “humano” não seja uma das melhores para classificar os seres que povoam a terra…
Acho que se completava assim “desumano”… Realmente não somos donos de nossos atos… e mais do que verdade é …”contra fatos não há argumentos”
… “Talvez um dia esse sentimento de culpa que me entristece a alma, um dia possa bater asas e me deixar em paz”…
Hoje é domingo e escrevo essas linhas me sentindo um pouco triste. Mas não triste…triste…porque triste, triste…infelizmente eu estaria triste de verdade; assim tipo…eu estou triste mas com um grau reduzido do sentimento de tristeza. Só loucura! Dia comum…sem nenhum movimento; nublado e frio, meus tios viajando, e eu fiquei em casa com meu primo. Hoje também o meu namorado que amo muito, retorna á Salvador onde ele estuda. Eu estou em Conquista poucos quilômetros de Itapetinga, onde nesse momento ele se encontra. Agora, hoje,nesse momento, não estamos juntos; mas a distância que nos separa agora é menor do que a que nos separará amanhã…fico triste e ao mesmo tempo alegre com isso. Triste porque, mais uma vez separados pela distância, mas nossos corações e mente estaram sempre unidos…Alegre?? alegre sim…porque não??…sei que ele estará cursando o que gosta para se tornar um grande profissional. O frio, ás vezes, parece baixar nossa alto estima e humor…a saudade também é covarde o suficiente para nos apertar. …que dia chato…
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