Boa Noite!!!
Até à volta…
Òtimo final de semana para todos nós.
bjus*
Boa Noite!!!
Até à volta…
Òtimo final de semana para todos nós.
bjus*
Quem não conhece os provérbio portugueses??? Quem nunca respondeu a uma pergunta com um provérbio? Pois é…
Eu recebi uns ditados portugueses que são bastante conhecidos para todos nós, mas de certa maneira estão um pouco alterados.
Mas tenho de dar a mão à palmatória que alguns estão agora mais correctos de que antigamente.
Quem ri por último, é retardado ou mongolóide!
Os últimos são sempre…. Desclassificados!
Quem o feio ama, é porque vê mal como tudo!
Deitar cedo e cedo erguer, dá… um sono do caraças!
Quem não arrisca… não se lixa.
Filho de peixe… é tão feio como o pai!
O pior cego é aquele que… se recusa a ter cão.
Quem dá aos pobres… é estúpido porque fica com menos.
Há males que vêm… para piorar.
Gato escaldado… morre, naturalmente!
Antes só do que… com 2 violadores numa cela.
Mais vale tarde do que… muito mais tarde.
Cada macaco… com a sua macaca.
Quem tem boca… pode ir ao dentista!
Águas passadas… já passaram.
Depois da tempestade… vem a porra da gripe!
Mais vale um pássaro na mão… que uma cagadela na cabeça.
Alguns são até engraçados…
Cascata de sentimentos;
desejos, frustações.
Momentos de luz;
momentos de escuridão.
Será chuva?
Será vento?
A vida, é certamente,
e o Sol também nasceu para mim…

Há tantas coisas simples na vida e de comum significado, que ás vezes, não estamos alerta para enchergá-las.
Um livro pode ser um exemplo disso…ele significa um entardecer; um refúgio…é preciso pensar, raciocinar, dar sentido à nossa vida sem nunca se acomodar.
Sinta-se um acordar que te faça ficar atento para, as coisas que te querem atar o pensamento e a descoberta.
Porque à muita coisa escondida, basta achá-las…

Um dia…
eu ainda crio asas de verdade;
e começo a voar sem destino certo;
e contarei, e contarei, e contarei, e contarei…
Nas asas não porei código de barras como qualquer objeto;
E lá do alto gritarei os direitos humanos;
e assim seria o fim do meu vou…
Mesmo que me colocassem em verdadeiro marfim;
eu escaparei, quebrarei as grades…
e enfim custando o que custar eu ainda hei de voar…
Que já não sentia-se o cheiro de suas pétalas;
que adormeceu em meio ao breu;
que já não existia mais o brilho daquela vida;
que já se perdeu;
que nos deu o gosto de vê-la feliz;
mas que não resistia ao frio;
e se foi, como quem não gostava de nada;
como quem já sabia o que queria;
…que já não sentia-se o cheiro de suas pétalas…


Jovem, alegre, cantante, saltitante;
Vive a vida a dançar;
Fascinante com levesa infinita;
Passa as horas à pensar;
Rumores de dedicação;
A noite brilha uma luz;
O relógio não marca;
O sino não toca;
Tudo congelado, tudo paralisado;
No silência da alma bate um coração que não se cala;
Com equilíbrio e nobreza;
Olhos fixos um ao outro;
A noite brilha uma luz;
Que não se via a qualquer dia;
Mas somente quando tudo se calava, tudo se congelava e tudo paralizava;
A noite brilha uma luz…
Um homem;
…com uma mulher na mão.
Hoje desejei ter tudo em minhas mãos…talvez assim pudesse controlar as coisas desagradáveis que me acontecem…
Mas como na vida existem encontros e desencontros, a solução é tentar resolver tudo da melhor maneira possível.
…pois já dizia os profetas; em tudo dái graças…
Talvez os seus rabiscos não tenhão mais tanto valor;
Talvez o valor se foi junto com o conjunto;
Ou se espalhou em meu ao espaço ou ao vão…
Imcomparável era quando os rabiscos tinham valor, tinham cor, tinham som, e tinham tom;
Surpreendentemente, quando os rabiscos diziam o que você naquele momento queria ler…queria ver…queria sentir…queria sumir;
Se foram e com ele suas palavras, suas vontades, suas piadas;
Sobraram os restos de papeis sobre a mesa lisa e escondida;
E, que se definharão por não cair ao chão;
Que alguém pudesse ver, alguém pudesse entender o que aqueles papeis queriam realmente dizer;
Coisa que se via, coisa que doia, coisa que não calava;
Aqueles rabiscos que não terião mais valor…mais cor…mais intensidade, agora só era passagem.