Arquivo para Agosto, 2007
…ausência…
Postado em Os Poetas; em Agosto 31, 2007 por laraamorim
AUSÊNCIA
Por muito tempo achei que a ausência é falta.
E lastimava, ignorante, a falta.
Hoje não a lastimo.
Não há falta na ausência.
A ausência é um estar em mim.
E sinto-a, branca, tão pegada, aconchegada nos meus braços,
que rio e danço e invento exclamações alegres,
porque a ausência assimilada,
ninguém a rouba mais de mim.
(Carlos Drummond de Andrade)
“Boa”…
Postado em Larissa Amorim em Agosto 31, 2007 por laraamorim
Sentia um vento bom tocá-la…não sabia de onde vinha…não tinha por onde ele passar…
Sentia uma energia boa…inesplicável…
Ouvia vozes de longe…bem de longe…mas não sabia de onde vinha…
Ela sempre foi parada nessas coisas, “inesplicáveis” e “interessantes”…
Ela sempre foi interessada em mistérios…
Hum… e hoje no joguinho da seita o dela deu tristeza…
A tristeza do joguinho é uma mistura de saudade também…
Mas agora ela está melhor…
Ela senti esse vento bom…e essa energia inesplicável…
Ela acredita que a alma dela está leve…isso é bom…
Crê que tudo que colocamos fé e acreditamos com o coração aberto…pode ter forças magníficas…e se tornar uma coisa real…
…”ela acredita que as energias positivas estam sempre por perto”…
bangunçada geral…affs!
Postado em " Ela " em Agosto 31, 2007 por laraamorimPor dias a vida dela anda uma bagunça…
Ela não está conseguindo dividir o seu tempo para cada afazer…
Parece que para ela o dia deveria ter 48 horas e não 24 horas…
Acho que ela está precisando relaxar mais…e dividir o tempo…
Sei que ela anda atarefada…mas todo mundo consegui dividir e porque ela não?
Ela precisa de tempo e espaço…
espero que ela consiga arrumar essa bangunça…
“isso que espero”…
“Hoje não escrevo”.
Postado em ' dias tristes; em Agosto 31, 2007 por laraamorim
Chega um dia de falta de assunto. Ou, mais propriamente, de falta de apetite para os milhares de assuntos.
Escrever é triste. Impede a conjugação de tantos outros verbos. Os dedos sobre o teclado, as letras se reunindo com maior ou menor velocidade, mas com igual indiferença pelo que vão dizendo, enquanto lá fora a vida estoura não só em bombas como também em dádivas de toda natureza, inclusive a simples claridade da hora, vedada a você, que está de olho na maquininha. O mundo deixa de ser realidade quente para se reduzir a marginália, purê de palavras, reflexos no espelo (infiel) do dicionário.
O que você perde em viver, escrevinhando sobre a vida. Não apenas o sol, mas tudo que ele ilumina. Tudo que se faz sem você, porque com você não é posspivel contar. Você esperando que os outros vivam para depois comentá-los com a maior cara-de-pau (“com isenção de largo espectro”, como diria a bula, se seus escritos fossem produtos medicinais). Selecionando os retalhos de vida dos outros, para objeto de sua divagação descompromissada. Sereno. Superior. Divino. Sim, como se fosse deus, rei proprietário do universo, que escolhe para o seu jantar de notícias um terremoto, uma revolução, um adultério grego – à vezes nem isso, porque no painel imenso você escolhe só um besouro em campanha para verrumar a madeira. Sim, senhor, que importância a sua: sentado aí, camisa berta, sandálias, ar condicionado, cafezinho, dando sua opinião sobre a angústia, a revolta, o ridículo, a maluquice dos homens. Esquecido de que é um deles.
Ah, você participa com palavras? Sua escrita – por hipótese – transforma a cara das coisas, há capítulos da História devidos à sua maneira de ajuntar substantivos, adjetivos, verbos? Mas foram os outros, crédulos, sugestionáveis, que fizeram o acontecimento. Isso de escrever O Capital é uma coisa, derrubar as estruturas, na raça, é outra. E nem sequer você escreveu O Capital. Não é todos os dias que se mete uma idéia na cabeça do próximo, por via gramatical. E a regra situa no mesmo saco escrever e abster-se. Vazio, antes e depois da operação.
Claro, você aprovou as valentes ações dos outros, sem se dar ao incômodo de pratocá-las. Desaprovou as ações nefandas, e dispensou-se de corrigir-lhe os efeitos. Assim é fácil manter a consciência limpa. Eu queria ver sua consciência faiscando de limpeza é na ação, que costuma sujar os dedos e mais alguma coisa. Ao passo que, em sua protegida pessoa, eles apenas se tisnam quando é hora de mudar a fita no carretel.
E então vem o tédio. De Senhor dos Assuntos, passar a espectador enfastiado de espetáculo. Tantos fatos simultâneos e entrechocantes, o absurdo promovido a regra de jogo, excesso de vibração, dificuldade em abranger a cena com o simples par de olhos e uma fatigada atenção. Tudo se repete na linha do imprevisto, pois ao imprevisto sucede outro, num mecanismo de monotonia… explosiva. Na hora ingrata de escrever, como optar entre as variedades de insólito? E que dizer, que não seja invalidado pelo acontecimento de logo mais, ou de agora mesmo? Que sentir ou ruminar, se não nos concedem tempo para isso entre dois acontecimentos que desabam como meteoritos sobre a mesa? Nem sequer você pode lamentar-se pela incomodidade profissional. Não é redator de boletim político, não é comentarista internacional, colunista especializado, não precisa esgotar os temas, ver mais longe do que o comum, manter-se afiado como a boa peixeira pernambucana. Você é o marginal ameno, sem responsabilidade na instrução ou orientação do público, não há razão para aborrecer-se com os fatos e a leve obrigação de confeitá-los ou temperá-los à sua maneira. Que é isso, rapaz. Entretanto, aí está você, casmurro e indisposto para a tarefa de encher o papel de sinaizinhos pretos. Concluiu que não há assunto, quer dizer: que não há para você, porque ao assunto deve corresponder certo número de sinaizinhos, e você não sabe ir além disso, não corta de verdade a barriga da vida, não revolve os intestinos da vida, fica em sua cadeira, assuntando, assuntando…
Então hoje não tem crônica.
(Carlos Drummond Andrade)
“e + saudades”…
Postado em "Saudades" em Agosto 31, 2007 por laraamorimEla sempre sentiu saudades dele…porque na concepção da mesma, “senti saudades quem ama”…
Então senti saudades—–>logo ama.
Hoje a saudade bateu violentamente…parece que a cada dia que passa seu coração é cartigada pela saudade…ela senti muita falta dele.
Ela chora com saudades dele…
Ela o ama…
E parece que hoje…seu cartigo aumentou gradativamente…pois tudo que ela olhava o lembrava…tudo que ela escutava o lembrava…ás vezes ela não compreende porque a saudade existe.
E fica se perguntando:
Será que existe para aumentar o amor…ou para fazer as pessoas sofrerem?
uahauhauhaua!!!
isnif!
sem resposta…
talvez a saudade haja em “meio termo”…um pouco de cada coisa.
Mas de uma coisa ela tem certeza…
…”que a eternidade será pouco para eles ficarem juntos”…
!.saudades.!
Postado em "Saudades" em Agosto 31, 2007 por laraamorim
Eu só queria q vc soubesse mais um poukinho que:
♥ O meu amor por vc eh granndããããããão do tamanho do universo \o/..
amu*
-**-♥-tudo que tenho♥-**—*-*♥tudo de bom♥**-
love*

ॐ ஜ ‘ E ai de mim não ter na vidA alguém como vocÊ. = ॐ ஜ
amu*
♪♪……..”o que realmente importa é que eu amo vc”……….♪♪
saudades…
amu*
=)
“Nostalgia novamente”…
Postado em Larissa Amorim em Agosto 29, 2007 por laraamorim
Bom pessoal…
Por hoje fico por aqui…
Tenho muitos afazeres…
E Desejo a vocês muita paz no coração e que todos os seus dias sejam dias maravilhosos…
Tenham uma ótima noite…
“simples”…
Postado em ' pensamentos* em Agosto 29, 2007 por laraamorimO céu últimamente aparenta-se fúria e ao mesmo tempo, uma levesa incomparável a qualquer outra maravilha natural…
Tenho a ligeira impreção que ele quer nos dizer algo…mas ainda não descobrir o que seja…
Surpreendo-me muitas vezes apreciando as imagens que o céu produz…são coisas inesplicáveis…podem ser produzidas por ele mesmo…ou imaginação nossa…
Só sei…
que eu amo apreciar esse céu sem dono…
me divirto muito parada no tempo fazendo isso…
“coisas simples”…
“feliz”…
Postado em ' pensamentos* em Agosto 29, 2007 por laraamorimFelicidade até por coisas simples…
È tão bom você fazer algo, e depois de ver seu trabalho pronto, dá uma satisfação maravilhosa…
Às vezes aproveitamos oportunidades não tão seguras…mas depois que vemos os resultados enchergamos que estavamos totalmente equivocados com tal situação.
Estou me sentindo muito bem e inspirada agora a tarde, pois recebi um jornal impresso e nele estava publicado um dos meus artigos.
Sinto-me satisfeita com isso…mas sei que ainda tenho muito trabalho pela frente e preciso a cada dia esforçar-me mais e mais.
pois então pessoal estou “feliz”…rs!

